sexta-feira, 30 de outubro de 2009

39. A Quarta Trombeta

Aproximação ao Apocalipse (39)

A QUARTA TROMBETA




“O quarto anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas, para que a terça parte deles escurecesse e, na sua terça parte, não brilhasse, tanto o dia como também a noite”. Apocalipse 8:12.

O PEQUENO APOCALIPSE SINÓTICO

Vamos continuar com esta aproximação ao livro do Apocalipse e seguindo na abertura do sétimo selo, o qual contém as sete trombetas; vamos nos deter hoje na quarta trombeta. Ela está descrita em Apocalipse 8:12. O único comentário que tenho de crítica textual em relação à leitura deste versículo é a palavra “E” no começo, que falta nesta tradução, mas que em todas as trombetas aparece no início dando a sensação de continuidade; então aqui aparece a palavra “E o quarto anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas, para que a terça parte deles escurecesse e, na sua terça parte, não brilhasse, tanto o dia como também a noite”. Este versículo que aparece aqui nesta quarta trombeta de Apocalipse 8:12, é o cumprimento de outras profecias relacionadas que já tinham sido dadas pelo Senhor, através de diferentes profetas e até do mesmo Senhor Jesus em relações anteriores. Então é interessante que nós tenhamos em conta que essa trombeta cumpre as outras profecias.

Como já anteriormente havemos dito, quando você toma um versículo de Apocalipse, ao tomá-lo, traz arrastado como em uma rede todos os outros versículos que falam dessa mesma coisa, posto que Apocalipse é o livro que consuma toda a Bíblia. Se a Bíblia não tivesse Apocalipse não teria consumação, mas o Apocalipse é o livro que dá consumação a toda a Bíblia; portanto é um livro que está relacionado com toda a Bíblia. Tudo o que se diz na Bíblia, tudo o que se profetiza na Bíblia tem que ter ao final um cumprimento em Apocalipse, por isso qualquer verso que você tome imediatamente te vai trazer a tona todos os outros versos da Bíblia que têm seu terminal neste livro de Apocalipse; o mesmo que este capítulo 8 versículo 12 da quarta trombeta tem profecias em outras partes da Bíblia que se relacionam com ele, e se as seguimos todas juntas atentamente, dão-nos um quadro mais completo; por isso é bom ter as distintas profecias juntas para fazer o ramalhete das distintas flores; digamos que cada profecia é como uma flor, agarrar todas essas flores e fazer um ramalhete nos dá uma visão muito mais clara que se ficarmos com um dos versículos.

Em primeiro lugar, como eu acredito que seria o digno, embora antes do Senhor Jesus falaram outros profetas do que aqui em Apocalipse se fala, entretanto foi o Espírito de Cristo o que falou nestes profetas, eu penso que para honrar ao Senhor deveríamos ler primeiro as profecias do Senhor Jesus mesmo que têm que ver com isto, assim vamos ver alguns versículos na Bíblia, especialmente em Mateus 24, onde o Senhor fala destes assuntos. Vocês recordam que a profecia que está em Mateus 24, que também aparece no Marcos 13 e no Lucas 21, foi dada em chamar “Pequeno Apocalipse Sinótico”, porque nessas palavras do Senhor Jesus está, digamos, resumido e introduzido o Apocalipse; então por isso a essa profecia, a essa seção escatológica tanto de Mateus, Marcos e Lucas, lhe chama “O Pequeno Apocalipse Sinótico”. Vocês recordam quando vimos os selos como as coisas que o Senhor tinha mencionado nesse “Pequeno Apocalipse Sinótico”, apareciam no livro dos selos, amém? O mesmo acontece com as trombetas, posto que as trombetas pertencem ao sétimo selo.

O QUE ENCERRA A PALAVRA ASTRO

Esta palavra de Apocalipse 8:12, a quarta trombeta, fala-nos de acontecimentos cósmicos, de coisas que acontecem na lua, coisas que acontecem nas estrelas, coisas que acontecem no sol. Recordem que a palavra “astros” é uma palavra que implica tanto as grandes estrelas, incluídos os quasares, as estrelas binárias, como os aerólitos, como os meteoritos, como os asteróides. Vocês recordam que quando o Senhor falou com Abraão e lhe disse: Abraão, olhe as estrelas, ele levantou os olhos e olhou as estrelas, e disse: Assim será sua descendência, como as estrelas do céu; entre essas estrelas que Abraão olhou e que o Senhor chamou estrelas, pois certamente que Abraão viu Júpiter, certamente viu Saturno, certamente viu Marte e também a Sírio e possivelmente terá visto Vênus, uma das maiores; ou seja que o Senhor deu o nome de “estrelas” a todos os astros, incluídos os que hoje chamamos “planetas”. Por isso quando lemos a palavra “estrela” no Novo Testamento, devemos ler com o sentido que essa palavra tinha no século I, porque se você a vais interpretar com o sentido que teve nestes últimos séculos, século XX e século XXI, certamente o vamos interpretar de uma maneira muito diferente, especialmente a queda de estrelas à terra. Como se interpretaria se por exemplo, a estrela Sírio ou as estrelas do cinturão de Órion, caíssem à terra? Seria muito estranho; mas quando a palavra “estrela” abrange também meteoritos, aerólitos, asteróides, porque assim foi usada a palavra nesse tempo, “astros”, então já temos um melhor entendimento, amém?

Vamos ver as palavras do Senhor a respeito destes acontecimentos nos astros. Alguns interpretaram simbolicamente posto que o universo é tão ordenado, verdade?, O universo é tão seguro que inclusive um relógio, caso se olhe pelos movimentos dos astros e das órbitas espaciais, é muito seguro; então alguns dizem: isto nunca será removido, certamente se refere a coisas espirituais; claro que algumas coisas são espirituais, mas outras são naturais, e as profecias até aqui foram literais, pelo menos neste grupo das primeiras quatro. Vocês se dão conta de como o Senhor divide as Igrejas em grupos de três e de quatro? Por exemplo, as sete Igrejas, os sete candeeiros, era um grupo de três: Éfeso, Esmirna e Pérgamo, e um grupo de quatro: Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. Os selos também estão em grupo de quatro e de três: o primeiro cavalo, o segundo cavalo, o terceiro cavalo e o quarto cavalo é um grupo de quatro; já o quinto, sexto e sétimo selo não são cavalos, são diferentes; o mesmo acontece aqui com as trombetas; são quatro trombetas; as outras três trombetas são os três ais. Há três ais que o Senhor vai apresentar à terra e são as últimas trombetas, mas as primeiras quatro estão em grupo relacionadas; então se as três primeiras têm uma interpretação literal, então a quarta, por principio hermenêutico, de semelhança, deveria ter também uma interpretação literal; já na outra seção, os três ais, a quinta trombeta é um ai, a sexta trombeta outro ai, a sétima trombeta outro ai; então já se podem ver outras coisas; mas neste grupo das quatro trombetas devemos guardar a semelhança porque têm uma semelhança. Notem que neste número quatro, Deus julga às estrelas do céu, aos astros, incluído o sol, incluída a lua.

OS LUMINARES

Em que dia foi que Deus criou os astros? Precisamente no quarto dia; vocês recordam em Gênese que foi no quarto dia onde aparece que Deus faz os astros; no primeiro dia a luz, no segundo dia os céus, no terceiro dia a terra, as plantas, e no quarto dia, que aparece em Gênese 1:14-19; precisamos ver com atenção a essa passagem que diz: “14 Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam (no hebraico diz assim) eles para sinais, para estações, para dias e anos.
15 E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez.16 Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas. 17 E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra, 18 para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.
19 Houve tarde e manhã, o quarto dia”.

Dão-se conta de que no quarto dia corresponde aos astros? Por que aparecem os astros em nos quarto dia? Vocês vêem que também aparece a quarta trombeta com os astros.

O PRINCÍPIO DA CRIAÇÃO

Quando recordamos a Gênese 1, diz: “1 No princípio, criou Deus os céus e a terra.2 A terra, porém, estava...”, diz esta tradução; pode-se traduzir legitimamente como em mais de vinte e cinco passagens, a mesma palavra: “tornou-se desolada e vazia”; e segue dizendo assim: “sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas”. O que é este abismo e que é esta face das águas? Porque quando você vê este verso isolado sem o contexto você interpreta as águas como se fossem os mares, como se fossem os oceanos, verdade? Mas não é assim, porque é recém depois que Deus junta as águas de baixo e as reúne nos mares; vamos ver isso; notem no que diz o verso 6: “6 E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. 7 Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. 8 E chamou Deus ao firmamento Céus. Houve tarde e manhã, o segundo dia. 9 Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim se fez. 10 À porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, Mares. E viu Deus que isso era bom”. Isto foi no terceiro dia. Então fixem-se em que no terceiro dia, Deus toma as águas que estavam debaixo da expansão e as reúne em um lugar, e às águas debaixo da expansão reunidas em um lugar as chamou mares; ou seja, os oceanos; mas o que eram as águas antes de ser reunidas no terceiro dia? Não eram ainda oceanos; o material, digamos, os elementos de que estão formadas as águas com seus sais, não tinham a forma de oceanos a não ser a partir do terceiro dia.

A palavra “água” tem uma expansão muito maior que a palavra “mares”; diz de águas sobre as céus e águas debaixo dos céus; as águas debaixo da expansão foram reunidas no terceiro dia, mas antes do terceiro dia não estavam reunidas, ou seja que estavam em outro estado; os elementos estavam em um estado nebuloso; por isso se fala das nebulosas. As águas que estão sobre os céus não estão reunidas, estão em estado de plasma, estão em estado nebuloso, em estado intergaláctico; a Bíblia fala de águas sobre os céus.

A FORMAÇÃO DOS ASTROS

Vamos ver isto mesmo que diz aqui, no Salmo 148:1-4: “1 Aleluia! Louvai ao SENHOR do alto dos céus, louvai-o nas alturas. 2 Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todas as suas legiões celestes. 3 Louvai-o, sol e lua; louvai-o, todas as estrelas luzentes. 4 Louvai-o, céus dos céus e as águas que estão acima do firmamento”.

Estas águas que estão sobre os céus não se refere às nuvens, porque diz que o Senhor pôs a lua, o sol e as estrelas na expansão; ou seja que a expansão não é entre as nuvens e a terra, a não ser além das estrelas que nós vemos; essas águas que estão sobre os céus, são os elementos, o estado de nebulosa.

Vocês sabem que no espaço há estrelas que estão em formação, que se formam de nebulosas; por isso se chamam nebulosas e o pó intergaláctico. Então a palavra “água” aqui neste contexto não se refere às águas dos mares porque as águas dos mares é a partir do terceiro dia. Mas o que disse Deus no terceiro dia? Reúnam-se as águas; ou seja que antes de reunir-se estavam pulverizadas, não estavam no estado atual; estavam pulverizadas; essas que estavam pulverizadas abaixo eram as que tinham estado unidas com as de acima. Por isso diz no segundo dia: separem-nas águas das águas; fez a expansão, e por isso se fala de águas sobre os céus não reunidas a não ser em nebulosas, e as águas debaixo da terra que estavam como as de acima; mas o que passou? A nebulosa começou a condensação; por isso os astros podem aparecer apenas no quarto dia, quando já estava a terra; por quê? Porque diz que o Espírito de Deus se movia em círculo; não diz assim que o Espírito de Deus se move em círculo? Então esse movimento em círculo foi o que pôs a funcionar as leis da gravitação, as leis da densidade; assim não giram as galáxias? Tudo não gira em círculo? Essa é a maneira como giram todas as coisas; ao ir girando então se vão condensando os elementos, e por isso essa matéria que estava já nos céus pôde condensar-se a ter a forma atual do sol, a forma atual da lua, a forma atual das estrelas, dos outros planetas, mas antes tinha uma forma de nebulosa, depois algumas se condensaram; e por isso quando Deus fala dos astros não diz que criou, mas sim fez. Note-se essa diferença.

OS ASTROS SÃO FEITOS

Voltemos para o Gêneses 1:14: “Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus”; e logo diz o verso 16: “Fez Deus os dois grandes luzeiros”; a palavra “criar” é quando Ele faz as coisas de um nada; a palavra “fazer” é quando Ele toma os elementos que antes tinha criado e com eles lhe dá uma forma específica; ou seja que Deus deu forma aos astros, a forma que têm agora em apóio ao que já existia nos céus. O que existia nos céus? As águas sobre os céus, os elementos em estado de nebulosa; os de baixo também estavam nesse estado; depois se juntaram os mares no terceiro dia; depois surgiram os continentes, um só continente no seco que chamou Deus: adama, que aqui se chama terra; alguns o chamam pangea; o que Deus chamou foi adama, um só continente; depois diz no livro de Gênese que em tempo de Pelegue se dividiu a terra, e começou a deriva dos continentes.

Essas coisas que a física, a astrofísica e a geologia tratam de descobrir, já estavam descritas na Bíblia com linguagem muito singela; mas se você o vê com cuidado, diz: como é que estava escondido ali e eu não o via? Porque é que quando lemos a palavra “água” aqui, imagina as águas dos oceanos, mas estas águas aqui estavam em um estado diferente ao do oceano; não estavam reunidas, estavam espalhadas; ou seja, estavam em nebulosa. Dão-se conta? Nem todas foram reunidas, a não ser as de abaixo; ou seja, as que estão abaixo do ponto de vista de que está escrevendo, do Moisés, da superfície da terra; então a da terra, a parte da matéria que correspondeu ao planeta terra, essa foi a que formou os oceanos, e depois surgiu o seco, ou seja, o continente único que havia antes, o que eles chamam pangea, que aqui se chama adama, ou seja, o seco.

Surgiu e logo surgiram as plantas, e então ao quarto dia, Deus fez, não diz que criou mas sim fez os astros. Quando Deus usa a palavra “fazer” é porque Ele toma o material que já há, assim como antes de dizer a luz, já menciona o céu, a terra, as águas, mas em um estado de nebulosa. A criação absoluta é o verso 1: “Criou Deus os céus e a terra”, ou seja, todo o material que existe, mas a forma foi dando como aqui está revelado; quer dizer, aparecem aqui no quarto dia: os luminares.

DIA E NOITE SEM LUMINARES

Notem que não aparecem os luminares unidos com a luz, porque a luz não necessariamente vem dos luminares; inclusive na física se fala da luz negra, e com a luz negra crescem as plantas; depois quando a matéria se condensou nos astros, Deus já havia dito que o dia se chamava luz; e logo a luz a concentrou nos astros. Por isso diz aqui: “Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite;” mas já o dia e a noite estavam sem os astros em nos primeiro dia; mas agora para com a terra, para iluminar sobre a terra então Deus diz: “e sirvam para sinais”, aqui diz esta versão “e sirvam de sinais para as estações”, mas em hebraico diz: “para sinais, para estações, para dias e anos; e sejam por luminares na expansão dos céus para iluminar”; essa é a frase de Deus: “iluminar sobre a terra”; claro que desde Plutão se pode ver o sol, e tem outra vista, desde Saturno se pode ver o sol, pode-se ver a terra, e a imagem celestial desses planetas é diferente, mas aqui está falando da posição da terra, e aqui diz que Deus as fez para iluminar sobre a terra, e para sinais; ou seja que Deus tem uma mensagem específica para a terra. Por favor, não vão pensar que estou falando de astrologia; é que a astrologia se roubou e tergiversaram algumas verdades; mas sim quero lhes falar do que a Bíblia diz.

Olhem comigo nos Salmos. No Salmo 19, dizem os primeiros quatro versos o seguinte: “1 Os céus proclamam a glória de Deus”; quem? Os céus; ah! eu pensei que eram somente os profetas e os apóstolos, mas também os céus. Os céus contam. “e o firmamento anuncia (notem quem também anuncia: o firmamento) as obras das suas mãos”. O firmamento não se anuncia a si mesmo, anuncia a obra das mãos de Deus. “2 Um dia discursa a outro dia”.

Cada dia tem uma mensagem; os céus contam, o firmamento anuncia e os dias emitem palavra, mensagem. “2 Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite”. Não há linguagem, ou seja, é uma declaração de sabedoria, é um anúncio sem palavras. “3 Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som;4 no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, (a voz do céu, a voz do firmamento, a voz do dia e da noite) e as suas palavras, até aos confins do mundo”. Aqui nos damos conta de que Deus nos fala através de sua criação no céu, e o céu tem algo que dizer a respeito da glória de Deus. Anuncia a obra de suas mãos, declara sabedoria, um dia emite palavra a outro dia; ou seja que se Deus fez o universo, os astros de Deus estão aí; que dirige o universo está detrás das coisas, ou se não por que os magos disseram: vimos a estrela do Messias no Oriente? Como é que o que passava aqui na terra se avançava no céu?

A MENSAGEM DAS ESTRELAS

Júpiter é chamado o planeta do rei, do Messias, e Saturno o dos judeus, o rei dos judeus; a conjunção de Júpiter e Saturno, essa conjunção, via-se desde Presépio quando o Senhor Jesus nasceu; desde outra parte eram dois astros, mas desde Presépio a conjunção formava um astro diferente que os magos viram. Então essa conjunção sim fala algo. Por que Deus fez que a vissem aqueles magos e que entendessem que era o nascimento do Messias? Por que Mateus não disse: não, não vou escrever isto, porque me vão acusar de astrólogo? A astrologia tergiversou as coisas, mas a Bíblia diz alguns assuntos, não somente a respeito de Cristo. Notem que Jó diz que seus sofrimentos estavam ali.

Jó 3:3, diz: “Pereça o dia em que nasci, (o dia, diz ele) e a noite em que se disse: Foi concebido um homem!”. E o verso 9 diz: “9 Escureçam-se as estrelas do crepúsculo matutino; (porque cada dia tem uma disposição específica) dessa noite; que ela espere a luz, e a luz não venha; que não veja as pálpebras dos olhos da alva,; (e diz por que, por que ele quer que se obscureçam as estrelas da alvorada do dia em que nasceu Jó) 10 pois não fechou as portas do ventre de minha mãe, nem escondeu dos meus olhos o sofrimento”. O que está atribuindo Jó às estrelas da alvorada do dia em que nasceu? Dizendo que esse dia e essas estrelas da alvorada não esconderam o nascimento de Jó e o sofrimento de Jó. Que coisa estranha! Como fala Jó aqui! Parece que lia escrito na disposição das estrelas o augúrio de seus sofrimentos. Mas há outra mais estranha ainda. Vamos ao livro de Juízes. Por favor, o que não esteja na Bíblia não o receba, mas o que está na Bíblia respeite! É estranho, mas está aí.

REVELAÇÕES MISTERIOSAS DA BÍBLIA

Então às vezes terá que pregar coisas estranhas se estiverem na Bíblia. Juízes 4:14; aí diz Débora a Baraque o seguinte: “14 Então, disse Débora a Baraque: Dispõe-te, porque este é o dia em que o SENHOR entregou a Sísera nas tuas mãos”. Que frase tão misteriosa! Este é o dia, não era ontem, não será amanhã; este é o dia; e logo diz Débora em Juízes 5:20 o seguinte: “Desde os céus pelejaram; até as estrelas desde os lugares dos seus cursos pelejaram contra Sísera”. Que frase tão misteriosa de Débora! Este é o dia. Hoje é que terá que fazer as coisas; levantem-se porque este é o dia em que o Senhor vai entregar o, e logo diz Débora: “Desde os céus pelejaram; até as estrelas desde os lugares dos seus cursos pelejaram contra Sísera”. As estrelas e as órbitas brigaram contra Sísera, diz a Bíblia; eu não sei até onde chega; isso eu pergunto ao Senhor; vocês perguntem também, e se o Senhor os contar algo, me digam.

OS ASTROS GOVERNAM

Diz aqui onde acabamos de ler em Gêneses 1:14: “14 Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais”; há um anúncio, há sinais, diz: vi um sinal no céu; “e sirvam para sinais, estações, dias e anos, 15 E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez”. É sobre a terra, a mensagem terá que mandá-lo à terra. “16 Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia”. O que quer dizer governar? Até onde chega o senhorio do sol e da lua, e das estrelas? Porque diz mais adiante: “E os colocou”, diz o verso 16 ao final: “e fez também as estrelas. 17 E os colocou...”; já não diz: criou-as, a não ser “os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra, 18 para governarem”; também as estrelas para governarem; ou seja que sim há uma medida legítima de senhorio que Deus deu ao sol, à lua e às estrelas. Até onde vai esse senhorio? Não me atrevo a dizê-lo, mas não posso negar que sim há uma medida de senhorio, que sim há um anúncio de Deus nos céus; os céus contam a glória de Deus, e que sim há um pouco de Deus que se revela. O firmamento anuncia a obra de suas mãos, como no caso do nascimento do Messias, e a derrota de Sísara. Mas como diz Jeremias: Devemos atender a Deus mesmo, e não ao que os astrólogos interpretem das estrelas.

A REVELAÇÃO BÍBLICA E A ASTROLOGIA


Agora, a astrologia certamente acrescenta outro sentido que o que realmente Deus deu e possivelmente interpreta as coisas desde outro ponto de vista; e isso é uma perversão. Não há um bilhete falso se não houver um bilhete verdadeiro. Você vai encontrar um bilhete de vinte e três dólares? Não o vai encontrar; qualquer se vai dar conta de que é mentira, porque não há bilhetes de vinte e três dólares, mas tem de vinte; se tiver de vinte verdadeiros, explica-se que tem que vinte falsos. Então a astrologia é o bilhete falso do que Deus revela através da natureza. Deus na natureza revela algo de Sua glória. Um dia emite palavra a outro dia; há uma mensagem legítima de Deus nos céus que concorda com o que diz a Bíblia, e por isso disse o Senhor que haveria sinais nos céus. Vamos agora sim a ver as palavras do Senhor.

OBSCURECIMENTO DO SOL


Primeiro vamos a Mateus capítulo 24. Por favor, não diga mais do que dizem esses versículos; mas por favor, não recorte esses versículos e lhes deixe dizer tudo o que dizem. Mateus 24:29; disse o Senhor Jesus: “Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá”. Diz em Apocalipse que a terça parte do sol foi ferida para que fora obscurecida a terceira parte da lua e a terceira parte das estrelas; e em Mateus fala desse obscurecimento. Esse obscurecimento tem duas etapas: a etapa parcial das trombetas e sua completação nas taças. Já em Êxodo aparece a praga das trevas; vocês recordam? Já houve trevas. Como foram essas trevas? Misterioso.

TREVAS DE TRÊS DIAS

Vamos ver . Isso está em Êxodo 10:21. Diz: “21 Então, disse o SENHOR a Moisés: Estende a mão para o céu, e virão trevas sobre a terra do Egito, trevas que se possam apalpar.22 Estendeu, pois, Moisés a mão para o céu, e houve trevas espessas sobre toda a terra do Egito por três dias”. Aqui estamos vendo uma descrição dessas trevas. “23 não viram uns aos outros, e ninguém se levantou do seu lugar por três dias; porém todos os filhos de Israel tinham luz nas suas habitações. 24 Então, Faraó chamou a Moisés e lhe disse: Ide, servi ao SENHOR. Fiquem somente os vossos rebanhos e o vosso gado; as vossas crianças irão também convosco”. Logo está o que fizeram Moisés e Aarão com Faraó, mas fixem-se em que Deus tem poder para que, por quantos dias? por três dias houvesse densas trevas; e não é a única vez.

Quando o Senhor Jesus morreu também houve trevas; vamos ver isso em Lucas 23:44; Lucas diz assim: “44 Já era quase a hora sexta, e, escurecendo-se o sol, houve trevas sobre toda a terra até à hora nona. (das doze do dia até as três da tarde) ”.

Vemos, pois, que já aconteceu outra vez de maneira literal. Aconteceu literal no Egito, na nona praga; aconteceu literal quando o Senhor Jesus morreu; claro que um historiador antigo chamado Talo, historiador dos samaritanos, falou de um eclipse que se viu no tempo de Cristo; mas este não é um eclipse; o eclipse que mais dura, dura sete minutos, quase oito; 7:50 é o que mais dura um eclipse; e aqui não foi nem sequer oito minutos, foram três horas, e não foi em uma parte da terra, a não ser em toda a terra. “Quando era como a sexta hora, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona. E o sol se obscureceu”. Então, pela segunda vez, este fenômeno aconteceu de maneira literal.

Agora, na quarta trombeta que estamos estudando, é uma terceira parte, mas na quinta taça, haverá trevas sobre o reino da besta, trevas totais; ou seja que nas trombetas há trevas, mas parciais; é como o disse o Senhor. Olhem que não é como antes; algo está passando nos céus. Não disse o Senhor que haveria sinais nos céus? Um desses sinais é a diminuição de um terço da luz do sol, da lua e das estrelas; esse é o início dos julgamentos, mas nas taças já é escuridão total.

AS POTÊNCIAS DOS CÉUS SERÃO ABALADAS

Já aconteceu, e aqui em Mateus 24:29 diz: “Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados”. Esta frase: “e os poderes dos céus serão abalados ”, equivale a que a terça parte das estrelas foi ferida; esse é o começo do fenômeno das potências dos céus sendo abaladas. Diz em Apocalipse 8:12: ” O quarto anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas”.

Irmãos, não faz muitos anos um cometa caiu em Júpiter; e os planetas que estão no espaço estão cheios de crateras porque constantemente estão sendo golpeados por meteoritos, por aerólitos, por asteróides; e se já um cometa pôde chocar ao Júpiter, e se a órbita de Plutão se intromete na órbita de Netuno, que tal que um dia coincidam na órbita? Ou seja, como dizia Emanuel Velikoski nesse livro, “Mundos em colisão”, aconteceu várias vezes na história que há coisas estranhas; por isso os antigos falavam de coisas estranhas. O Senhor disse: “Nos céus se embriagará minha espada”; disse que as potências dos céus seriam comovidas; e esta quarta trombeta é o início dessa comoção; a terça parte foi ferida. Embora já o sexto selo inaugura a grande tribulação com sacudida cósmica.

Leiamos Marcos 13:24-25; vamos ver o como o diz Marcos, porque cada um deles diz quase o mesmo, mas com algum detalhezinho, alguma variação, um pouco acrescentado. “24 Mas, naqueles dias, após a referida tribulação, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, 25 as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados”. Vemos que o Senhor claramente falou disso.

Agora, até aqui Mateus e Marcos falaram de depois da tribulação, mas lembrem-se de que o sexto selo já foi o primeiro movimento cósmico estranho. Recordam o sexto selo? Que o céu se enrolou como um livro para começar a tribulação; já há um problema. Este problema grande acontece duas vezes; acontece antes da tribulação para iniciá-la e acontece depois com a tribulação.

Joel fala da parte de antes. Vamos a Joel 2:10, porque estaremos voltando ali um pouquinho. Joel 2:10 diz: “diante dele tremerá a terra, se estremecerão os céus; o sol e a lua se obscurecerão; e as estrelas retrairão seu resplendor”. Já o havia dito também Joel, deram-se conta? Estremecer-se-ão os céus. Jesus disse que as potências dos céus serão comovidas. Apocalipse diz que foi ferida a terça parte das estrelas, do sol e da lua, e aqui em Joel diz: “se estremecerão os céus; o sol e a lua se obscurecerão, e as estrelas retrairão seu resplendor”.

A HELIOTELÍA ESTÁ ESCRITA NA BÍBLIA

E em Joel 2:31 dizia: “O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível Dia do SENHOR”.

Significa que o caso que diz Joel 2:31 é antes do dia grande e espantoso; quer dizer, Joel 2:31 equivale ao sexto selo, à comoção cósmica do sexto selo, isto é antes; mas o que lemos em Mateus e Marcos é depois da tribulação daqueles dias; ou seja, é uma segunda comoção deste tipo: uma antes que é o sexto selo, outra depois, a quarta trombeta, que é apenas o começo, e logo é mais forte com a quarta e quinta taça. Irmãos, a história futura do sol, digamos, a heliotelía, (hélio da palavra sol e telos da palavra fim, o fim do sol), a história futura do sol está escrita na Bíblia. Já houve um obscurecimento na nona praga, houve um obscurecimento do sol literal na morte de Jesus Cristo de três horas; agora, diz aqui nesta quarta trombeta que a terça parte o sol se obscurecerá.

Na quinta taça diz que houve trevas, mas na quarta taça diz que o sol esquentou muito mais, e as pessoas se queimavam do grande calor.

Há algo que acontecerá no sol; já o sol tem manchas, e essas manchas duram um período de onze anos; as manchas começam de cima do sol e vão descendo para o Equador do sol, e quando chegam para o Equador do sol, começam a aparecer de novo. Há fenômenos internos e há manchas, e não são estáticas, mas sim são dinâmicas, e às vezes aumentam e às vezes diminuem; ou seja que o sol se tem que obscurecer. Já se obscureceu duas vezes na história, mas acontecerá outra vez em uma terceira parte e depois na totalidade. Depois, no Milênio, iluminará sete vezes mais; ou seja que isso nos diz do sol. O sol se obscurecerá uma terceira parte, depois haverá trevas na quinta taça, depois no Milênio brilhará sete vezes mais; e a lua brilhará como o sol; isso o diz a palavra do Senhor. São profecias bíblicas que este é o momento das ter em conta porque estamos falando precisamente destes astros. Então já lemos em Mateus e em Marcos que tem que ver com depois da tribulação; lemos em Joel que tem duas passagens: um para antes da tribulação no 2:31, e outro, no verso 10, que não diz quando mas que concorda com depois da tribulação.

Agora vamos ver que Lucas fala também em dois períodos, assim como o diz Joel. Lucas 21:11,25. “11 haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu”. Agora, os céus servem para sinais, coisas que Deus nos fala com o céu. O firmamento emite palavra, um dia anuncia palavra a outro dia, e aqui diz que haverá grandes sinais do céu; será quando começarem a ser comovidas as estrelas, assim como quando este cometa se chocou com Júpiter, e outras coisas possam acontecer.

Sabe-se por astronomia e astrofísica que às vezes as galáxias inter-atuam e se metem uma com a outra, assim como acontece com os átomos; os átomos têm seu núcleo e têm seus elétrons, e quando os elétrons de fora se conectam com os elétrons de fora de outro átomo então inter-atuam e formam os distintos compostos químicos; e no céu também há grandes galáxias e às vezes se atraem e às vezes se afastam. Às vezes um cometa passa perto e troca a gravitação porque há leis estabelecidas Por Deus.

SINAIS NO SOL

A Bíblia fala dos regulamentos dos céus e das leis dos céus estabelecidas Por Deus; então caso se aproxime uma galáxia com a outra, imaginem-se essa comoção, e o que pode acontecer. Simplesmente Andrômeda, que é a mais próxima e está a cinco milhões de anos luz, a mais próxima, que tal que se aproxime e haja um jogo? De todas as maneiras a Bíblia fala e o Senhor Jesus falou, os profetas falaram, as potências dos céus serão comovidas, e aqui diz: grandes sinais do céu; ou seja que temos que esperar acontecer coisas misteriosas do tipo estrelar; inclusive de tipo planetário; por quê? Porque os planetas contam dentro da palavra “estrela” na linguagem do século I; isto está escrito. Agora no verso 11 de Lucas 21 aparece uma primeira menção: “haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu” Essa é a primeira menção, e a segunda menção está nos versos 25 e 26 do Lucas 21: “25 Haverá sinais no sol, (não lhe parece que uma terça parte do sol iluminando menos é um sinal?) e na lua (ou seja, a lua iluminando uma terça parte, tingindo-se de vermelho, não é um sinal?) e nas estrelas”. Também nas estrelas; claro, se for algo planetário, as principais estrelas que vemos como a estrela da manhã, que é o planeta Vênus, ou como essa que se vê grande, formosa, que é Júpiter, ou Saturno, que são de nosso sistema planetário; algo pode passar no nível planetário, no nível da galáxia e até no intergaláctico, porque Deus tem tudo em suas mãos, e Ele disse que nos céus se embriagaria Sua espada.

Diz no Lucas 21:25: “25 Haverá sinais no sol”; notem como falou Lucas: “sinais no sol, (falou mais claro) na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas;
26 haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados”. O verso 11 equivale ao Joel 2:31, o sexto selo; logo no verso 25 e 26, equivale ao Joel 2:10 que é a quarta trombeta que inicia o julgamento; a conflagração completa é o fim, a quarta trombeta é o início da parte final, mas 2ª do Pedro, diz-nos isso já de uma maneira geral.

Vamos a 2 Pedro 3:10: “10 Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas”. O que diz Pedro é já a conclusão final das coisas, mas a quarta trombeta é o início, a quarta trombeta é a terça parte, amém? Vimos a Joel, a Jesus falando em Mateus, Marcos e Lucas, e vimos Apocalipse, agora vamos olhar a Isaías.

ESCURECIMENTO DOS ASTROS

Vamos ao profeta Isaías 13:10: “Porque as estrelas e constelações dos céus não darão a sua luz; o sol, logo ao nascer, se escurecerá, e a lua não fará resplandecer a sua luz”. Já Isaías também tinha falado disto, amém?

Vamos ver também a Ezequiel 32:7-8: “7 Quando eu te extinguir, cobrirei os céus e farei enegrecer as suas estrelas; encobrirei o sol com uma nuvem, e a lua não resplandecerá a sua luz.8 Por tua causa, vestirei de preto todos os brilhantes luminares do céu e trarei trevas sobre o teu país, diz o SENHOR Deus”. Aqui fala muito claro também destes fenômenos. Como interpretá-los meramente como se fossem coisas simbólicas como alguns falaram, que se refere à queda do império romano? Não, irmãos, isto já se cumpriu literalmente na nona praga, cumpriu-se literalmente no tempo de Cristo; já houve colisões estrelares. Esse livro de Emanuel Velikoski “Mundos em colisão” revela essas coisas; e agora nos diz aqui a quarta trombeta, Isaías, Joel, Mateus, Marcos, Lucas, que estas coisas acontecerão assim; então, irmãos, o que podemos dizer?

Vamos ver outras passagens. 2 Samuel 22:8. Esta foi uma profecia do rei Davi, que também era profeta: “Então, a terra se abalou e tremeu, vacilaram também os fundamentos dos céus e se estremeceram, porque ele se indignou”. Tudo isto acontece pelo anúncio e início da ira de Deus. Estremeceram-se os céus, porque se indignou Ele. Verso 10: “Então, a terra se abalou e tremeu, vacilaram também os fundamentos dos céus e se estremeceram, porque ele se indignou ”. Muito claro esse versículo, verdade?
Vamos ver outra passagem no livro de Jó 9:7: “quem fala ao sol, e este não sai, e sela as estrelas”. Deus pode fazer isto; possivelmente os astrônomos digam: não, mas como se tudo foi tão normal; mas Deus, Ele, “quem fala ao sol, e este não sai, e sela as estrelas”. Todo isto tem que ver com esta quarta trombeta.

Eclesiastes 12:2, diz: “antes que se escureçam o sol, (ou seja que vai se obscurecer) a lua e as estrelas do esplendor da tua vida, e tornem a vir as nuvens depois do aguaceiro”. Aqui Salomão, pelo Espírito profético de Cristo, está profetizando de que terá que se amar ao Senhor antes que se escureça o sol e a luz, e a lua e as estrelas. Isto, pois, vemo-lo por toda a Bíblia. Por isso vos disse: tome um versículo da Bíblia e vêm atrás agarradinhos todos os outros, amém?

Bom, olhemos Isaías 60:20. Vamos ver aqui o que nos diz esta profecia. Olhem por que o deixei ao final. Embora isto seja tão terrível, olhem o que lhe diz à Igreja, o que diz à amada, a Jerusalém de Deus: “Nunca mais se porá o teu sol (que o nosso é o sol de justiça) nem a tua lua minguará, porque o SENHOR será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão”.

A IGREJA NÃO DEVE TEMER ESSES SINAIS

Terminemos com o Jeremias 10:2: “Assim diz o SENHOR: Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis com os sinais dos céus, porque com eles os gentios se atemorizam”. Não quer dizer que não haja sinais; sim, mas não tenham temor. Quem? Nós; “os gentios se atemorizam”. Que temam as nações, porque por isso o Senhor diz: haverá sinais nos céus, haverá sinais no sol, haverá sinais na lua, haverá sinais nas estrelas; e com estes sinais Deus está dando uma mensagem. O dia está emitindo mensagem ao outro dia, o firmamento está dando anúncio, a glória de Deus está sendo anunciada pelos céus; mas quanto à Igreja, quanto ao povo do Senhor, não tema os sinais dos céus, porque nosso sol, que é o sol da justiça, não se porá, amém? Ageu 2:6 diz que Deus fará tremer os céus. Eu gostaria que terminemos lendo de novo Apocalipse 8:12:

“O quarto anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas, para que a terça parte deles escurecesse e, na sua terça parte, não brilhasse, tanto o dia como também a noite”.

Permitem-me três versículos finais? É para tê-los juntos de uma vez porque esta é a hora de vê-los. Bom. Salmo 50:4; olhem o que diz de Deus: “Intima os céus lá em cima e a terra, para julgar o seu povo”. Convocará aos céus para julgar a seu povo, porque Deus pôs como testemunhas ao céu e à terra. Lá está em Deuteronômio, então por isso os convocará no dia do julgamento.

Vejamos agora Salmo 135:6; diz: “Tudo quanto aprouve ao SENHOR, ele o fez, nos céus e na terra, no mar e em todos os abismos”. Tudo o que quer, faz-o, então Ele prometeu isto, e o fará.

Por último, Hebreus 1:8-12. Ali o Senhor diz que todos estes céus são como um vestido que Ele troca; e não somente fala disso: “8 mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; e: Cetro de eqüidade é o cetro do seu reino.9 Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu, (ou seja o Pai ao Filho) com o óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros.10 Ainda: No princípio, Senhor, lançaste os fundamentos da terra, e os céus são obra das tuas mãos;11 eles perecerão; tu, porém, permaneces; sim, todos eles envelhecerão qual veste;12 também, qual manto, os enrolarás, e, como vestes, serão igualmente mudados; tu, porém, és o mesmo, e os teus anos jamais terão fim”.

Os anos do Senhor é um supra-tempo, o tempo dos céus; deste primeiro céu diz: os céus se enrolarão como um livro; e diz em Apocalipse: Já não se achou lugar nem para o céu nem para a terra no momento do julgamento; mas logo haverá céu novo e terra nova; ou seja que diz que o Senhor se troca de vestido; quer dizer que todo este universo é uma vestimenta que Ele a muda. Amém, irmãos?

REMOÇÃO DAS COISAS MUTÁVEIS

Terminamos ali em Hebreus 12:26-29: “26 aquele, cuja voz (a de Deus) abalou, então, a terra, (isso foi no Sinai) agora, porém, ele promete, dizendo: Ainda uma vez por todas, farei abalar não só a terra, mas também o céu. 27 Ora, esta palavra: Ainda uma vez por todas significa a remoção dessas coisas abaladas, como tinham sido feitas, para que as coisas que não são abaladas permaneçam. 28 Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; 29 porque o nosso Deus é fogo consumidor”. Vamos terminar aqui.

2 comentários:

  1. Ola gente boa de Jesus!

    Estou passeando na net para conhecer blogs cristãos, saber o que o povo está buscando e falando... E para divulgar meu blog, o Genizah.

    Muito legal o trabalho que vocês fazem aqui! Parabéns.

    Vou seguir vocês e espero pela oportunidade daquela troca de irmão em Cristo aqui ou no meu blog, se você me der a honra e prazer da visita.

    Genizah é um blog de apologética cristã com uma boa dose de humor. Nosso time é formado por escritores, pastores, humoristas e chargistas cristãos.

    Espero que goste. Paz e Bem!

    Danilo


    http://www.genizahvirtual.com/

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  2. Parabéns!
    Esse estudo é maravilhoso, embora longo, mas vale a pena ter paciência para ler até o fim.
    Deus abençôe!

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